Como desenhar um cubo de Necker
Nova coletânea de Bernardo Lopes estreou em grande estilo na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em um pré-lançamento especial ao lado de outros nomes da literatura nacional! Agora, será lançado em Sabará, cidade natal do autor, no dia 9 de agosto (sábado), às 16h, no Clube Cravo Vermelho.
Revelando uma faceta inédita de Bernardo como escritor, a obra tece trabalhos do passado e do presente em uma só voz. Singelo, honesto e intrigante, Como desenhar um cubo de Necker convida o leitor a olhar seu próprio mundo por outro ângulo — a um só tempo reconhecendo os limites da percepção e acolhendo as marcas deixadas por nossas interpretações da realidade.
Bernardo Lopes apresentou o livro pela primeira vez ao público no dia 20 de junho na Calçada Literária – Pavilhão 4, Estande 18, na Bienal do Rio. Como desenhar um cubo de Necker compôs a exposição Conexão Queer, da Metanoia Editora & outros nomes do mercado editorial.
Agora, é o público sabarense e da região de Belo Horizonte que poderá, enfim, ter o livro em mãos!
🗓️ Data: 09/08, sábado
🕓 Horário: 16h
📍 Local: Clube Cravo Vermelho – R. Borba Gato, 22 – Centro, Sabará – MG
Os exemplares serão vendidos e autografados no local!
A entrada é gratuita!
LEIA A SINOPSE DO LIVRO:
Como desenhar um cubo de Necker é uma coletânea singular que reúne contos, ensaios e experimentos poéticos de Bernardo Lopes, lançando luz sobre outros ângulos de sua trajetória literária. A obra celebra a criatividade multifacetada do escritor mineiro, trazendo à tona textos nunca antes reunidos em papel — alguns deles, engavetados por anos.
O livro abre com o delicado conto “Sonhadora”, inspirado nas memórias afetuosas de seu avô materno, e escrito especialmente em “mineirês”, o dialeto que reflete a riqueza cultural e a identidade da região de Sabará. Outro destaque é a seção “Cenas de relva”, composta por breves narrativas autobiográficas que exploram tanto o trivial quanto o extraordinário, revelando a emoção pura e a beleza fugaz que atravessam nossas vivências e moldam nossas memórias, por mais questionáveis que elas sejam.
A coletânea também inclui ensaios consagrados, como o reflexivo “À tarde, fui cuidar de abelhas”, que aborda nossa impotência diante de grandes eventos históricos como a guerra entre Ucrânia e Rússia; “O Narrador Injustiçado”, um passeio apaixonante por aspectos esquecidos da obra-prima Moby Dick; e “Quem foi Joe Brainard?”, um convite irresistível para registrar nossas lembranças de um jeito autêntico e sagaz como o do artista norte-americano.
No campo da ficção, a coletânea traz contos marcantes: “A Ronda”, que acompanha a monótona rotina de um batalhão de polícia após duas mortes misteriosas; “Mota”, em que dois jovens brasileiros ilegais que armazenam maconha nos Estados Unidos em troca de hospedagem fogem do acerto de contas após tentar roubar de seus “benfeitores”; e o premiado “Golpe de Sorte”, onde cinco soldados desertores se unem na busca por escapar da brutalidade da guerra.
Mais do que um simples livro, Como desenhar um cubo de Necker é um tributo às emoções humanas, à memória, à linguagem e à aventura contida nelas. Uma obra que preserva e eterniza a voz criativa de Bernardo Lopes, transformando alguns de seus universos fictícios e lembranças pessoais em algo tangível e universal, oferecendo aos leitores uma jornada literária única e memorável.
Como desenhar um cubo de Necker será em breve lançado também é Kindle pela Amazon Brasil.